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  • 22
    May

    No Parlamento Europeu, Zuckerberg nega que Facebook seja monopólio e que tenha 'preconceito político'

    CEO da rede social é sabatinado sobre privacidade de usuários e poder da ferramenta de desestabilizar eleições. Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, presta esclarecimento perante o Parlamento Europeu. France Presse Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, enfrentou nesta terça-feira (22) perguntas duras de parlamentares europeus sobre como a rede social protege as informações de seus usuários e qual é seu impacto sobre processos eleitorais. O executivo teve de lidar ainda com questões sobre: a suspeita de o Facebook ser um monopólio, já que não possui competidores e também é dono de grandes plataformas conectadas como Instagram e WhatsApp. os planos da empresa para cumprir as novas regras de proteção de dados da União Europeia; se há a intenção de recompensar financeiramente os 2,7 milhões de europeus que tiverem dados explorados; conteúdos que promovem terrorismo e discurso de ódio; ou se o Facebook possui preconceito político contra alguns conteúdos, como os de teor conservador. A ida do CEO ao Parlamento Europeu ocorre na esteira do uso indevido pela Cambridge Analytica dos dados pessoais de 87 milhões de usuários do Facebook. Esse escândalo já levou o executivo ao Congresso dos Estados Unidos para prestar esclarecimentos por mais de 10 horas divididas em duas sessões, uma no Senado e outra na Câmara, no mês passado. As informações dessas pessoas foram usadas para abastecer um sistema capaz de antecipar o posicionamento eleitoral delas durante a campanha de Donald Trump à presidente dos EUA. ?Sempre haverá gente querendo usar esses dados com propósitos fraudulentos?, afirmou Antonio Tajani, presidente do parlamento, na abertura do encontra. ?A democracia nunca deveria se tornar uma operação encoberta.? Ele acrescentou ainda: ?Não queremos o fim das redes sociais, mas queremos que elas garantam privacidade e segurança?, completou Tajani. Por quase uma hora, os parlamentares europeus dispararam perguntas muito mais difíceis do que as feitas por senadores e deputados norte-americanos, que, entre outros tópicos, chegaram a questionar qual é a fonte dos lucros do Facebook. Ativista protesta contra o Facebook e seu presidente-executivo, Mark Zuckerberg, antes de o executivo depor diante de parlamentares da União Europeia. Francois Lenoir/Reuters Mais desculpas Zuckerberg começou seu discurso seguindo à risca a cartilha adotada diante dos norte-americanos: pediu desculpas pelo descuido do Facebook ao não limitar o acesso de terceiros aos dados de usuários e listou mudanças que a rede social tomou após a revelação do incidente com a Cambridge Analytica. ?Também se tornou claro nos dois últimos anos que nós não fizemos o suficiente para evitar que ferramentas construídas por nós fossem usadas para fazer o mal, e isso inclui notícias falsas, interferências externas em eleições e pessoas usando dados de forma indevida?, afirmou. ?Isso foi um erro e eu sinto muito.? Veja abaixo alguns dos pontos discutidos por Zuckerberg: Preconceito político Alguns deputados instigaram Zuckerberg a esclarecer qual é o direcionamento político do Facebook e se a rede social exclui ou esconde conteúdos que tenham posicionamento ideológico contrário. Um dos parlamentares a fazer a pergunta foi o conservador Nigel Farage, que liderou o movimento pela saída do Reino Unido da União Europeia. ?Eu me sinto discriminado. Quem decide o que é aceitável??, perguntou. ?As pessoas podem vir aos nossos serviços e compartilhar qualquer ideia de qualquer espectro político?, rebateu Zuckerberg. ?Nós nunca decidiríamos qual conteúdo é permitido ou faríamos um ranqueamento com base na orientação política.? Monopólio O deputado Guy Verhofstadt, da Bélgica, perguntou se Zuckerberg se comprometeria a abrir as informações financeiras do Facebook para que as autoridades antitruste europeias pudessem averiguar se a rede social é ou não um monopólio. Para Zuckerberg, o Facebook não é um negócio monopolista. ?Nós existimos em um segmento muito competitivo?, afirmou. ?Uma pessoa usa no mínimo oito aplicativos para se comunicar?, completou --além da rede social, o Facebook é dono de outros serviços de bate-papo como Instagram, WhatsApp e Messenger. Do ponto de vista do negócio, afirmou o executivo, a empresa possui apenas uma fração do mercado publicitário global. Por outro lado, ele acrescentou que a plataforma incentiva muitos pequenos negócios. Verhofstadt chegou ainda a comparar Mark Zuckerberg ao protagonista do livro ?O Círculo?. A publicação do escritor Dave Eggars narra a construção de uma superpoderosa companhia, capaz de monitorar todos os cidadãos em suas mínimas interações com o mundo. ?Eu realmente acho que temos um grande problema aqui. Você deveria se perguntar a si mesmo como será lembrado: como um dos três grandes gigantes da internet, com [Steve] Jobs [fundador da Apple] e [Bill] Gates [fundador da Microsoft], ou como um monstro da internet?.? Eleições Zuckerberg admitiu que o Facebook não tomou todas as precauções necessárias durante as eleições nos últimos anos. A rede social, diz, estava concentrada em impedir ataques cibernéticas. Depois das revelações do que ocorreu nas campanhas de Trump à presidência dos EUA e do Brexit, o Facebook promoveu algumas mudanças. Uma delas, que vai funcionar nas eleições do Brasil, é passar a mostrar quem está pagando por um anúncio político. "Nossa prioridade, como companhia, é impedir que qualquer um consiga interferir em uma eleição, como os russos fizeram na corrida eleitoral dos Estados Unidos em 2016", afirmou. "Nos próximos 18 meses, há importantes eleições, como para o Parlamento Europeu, no Brasil e na Índia", lembrou o executivo. Ele já havia declarado que a plataforma atuaria para garantir a integridade das eleições no Brasil. Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, e Antonio Tajani, presidente do Parlamento Europeu. Yves Hermann/Reuters Conteúdo impróprio Zuckerberg afirmou que ?discurso de ódio, bullying ou conteúdo com violência não têm lugar no Facebook?. Ele adicionou ainda que a rede social usa sistemas de inteligência artificial para identificar posts de grupos terroristas, como Al Qaeda e Estado Islâmico, e para flagrar outras publicações que infringem suas regras. ?Além disso, nós proativamente revemos a maioria dos conteúdos que são flagrados como impróprios.? Proteção de dados Apesar de mais combativos, os congressistas europeus têm pouco poder. Muitas das diretrizes votadas por eles têm de ser reguladas por uma lei nacional para entrar em vigor. Ainda assim, o bloco europeu é tradicionalmente mais duro com empresas que lidam com informações pessoais. Tanto é que começa a valer a partir desta sexta-feira (25), o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR), a regra mais profunda para proteger dados sensíveis já implantada no continente desde a criação da internet. Antes mesmo de ser bombardeado com uma das grandes questões da sabatina, Zuckerberg se antecipou e afirmou que a rede social já estava preparada para cumprir as determinações do GDPR. O executivo afirmou que todos os usuários da rede social terão acesso às mudanças, como a que permite limpar o histórico do que é feito no site. O escândalo do Facebook Em 17 de março, os jornais "New York Times" e "Guardian" revelaram que os dados de mais de 50 milhões de usuários do Facebook foram usados sem o consentimento deles pela Cambridge Analytica. Dias depois, o próprio Facebook retificou a informação e passou a estimar em 87 milhões o número de pessoas atingidas. A empresa britânica de análise política acessou o grande volume de dados pessoais após um teste psicológico, que circulou na rede social anos atrás, coletar informações. Os dados recolhidos não eram só os das pessoas que toparam fazer o teste. Havia também informações de milhões dos amigos delas. Para ter a acesso ao gigante estoque de dados, o teste não precisou usar hackers ou explorar brechas de segurança. Apenas aproveitou que, na época, o Facebook dava a liberdade para seus usuários autorizarem o acesso aos dados de seus amigos. O passo seguinte, no entanto, estava fora do raio de atuação do Facebook: após a coleta dos dados, o desenvolvedor do teste os compartilhou com a Cambridge Analytica. O escândalo deflagrou uma onda de ceticismo sobre como o Facebook protege os dados de indivíduos que estão presentes em seu site. A rede social passou a investigar o caso e já implementou algumas modificações, como: criou um atalho para usuários alterarem de forma mais simples suas configurações de privacidade; esmiuçou a política de dados e os termos de serviço, para incluir formas de coleta de informação até então ausentes, detalhar algumas práticas e ampliar essas regras para Instagram e Messenger; endureceu as normas de veiculação de campanhas políticas, para passar a exigir a identidade dos anunciantes; restringiu o uso de dados de usuários por aplicativos que não sejam usados por três meses pelas pessoas. Desde então, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, reconheceu que a empresa cometeu erros e que não fez o suficiente para evitar que a rede social fosse usada para causar danos. No Brasil, o Ministério Público do Distrito Federal abriu um inquérito para apurar se o Facebook compartilhou dados de usuários brasileiros com a Cambridge Analytica ?segundo a rede social, os dados de 443 mil brasileiros podem ter sido comprometidos pela Cambridge Analytica.

  • 22
    May

    Ativistas pedem que governo dos EUA tire WhatsApp e Instagram do Facebook

    Pedido pelo desmembramento foi feito porque rede social "tem muito poder sobre nossas vidas e sobre a democracia". Aplicativos do Facebook e WhatsApp no iPhone Justin Sullivan/Getty Images/AFP Uma coalizão de grupos ativistas anunciou nesta segunda-feira (21) uma campanha para desmembrar o Facebook, argumentando que a enorme rede social "tem muito poder sobre nossas vidas e sobre a democracia". Os grupos criaram um site e um perfil no próprio Facebook para angariar apoio para uma petição à Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês) para exigir que a empresa de mídia social desmembre Instagram, WhatsApp e Messenger em redes concorrentes e "imponha regras fortes de privacidade". O esforço foi lançado por grupos focados em direitos digitais, privacidade e outras causas sociais. "O Facebook e Mark Zuckerberg acumularam poder em quantidade assustadora", disseram os grupos em seu site. "O Facebook decide unilateralmente sobre as notícias que bilhões de pessoas em todo o mundo veem todos os dias. Ele compra ou leva à falência potenciais concorrentes para proteger seu monopólio, matando a inovação e a escolha. Ele rastreia quase todos os lugares que acessamos na internet e, através de nossos smartphones, até aonde vamos no mundo real", acrescentaram. O esforço acontece em um momento no qual o Facebook é criticado nos Estados Unidos e em outros países pelo compartilhamento de dados de aproximadamente 87 milhões de usuários. Em resposta à campanha, um porta-voz da empresa disse que o Facebook "está em um ambiente competitivo onde as pessoas usam nossos aplicativos ao mesmo tempo em que usam serviços gratuitos oferecidos por muitos outros". O porta-voz declarou por e-mail que "uma pessoa comum usa oito aplicativos diferentes para se comunicar e permanecer conectado". O presidente-executivo e fundador da empresa, Mark Zuckerberg, disse no Congresso norte-americano no mês passado que acha que o Facebook é um monopólio. Segundo estimativas, o Facebook tem cerca de dois bilhões de usuários em todo o mundo e seus serviços de mensagens instantâneas, Messenger e WhatsApp, somam mais de um bilhão de pessoas. Um desmembramento da rede social e seus aplicativos exigiria uma longa investigação pelas autoridades dos EUA, além de uma batalha judicial potencialmente longa.

  • 22
    May

    Mark Zuckerberg vai ao Parlamento Europeu para esclarecer como Facebook pode impactar eleições

    Depoimento a europeus ocorre pouco mais de 30 dias após o CEO da rede social testemunhar diante de deputados e senadores norte-americanos. Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, durante o F8, conferência de desenvolvedores da rede social. Stephen Lam/Reuters Depois de ser sabatinado por 10 horas pelos deputados e senadores norte-americanos, Mark Zuckerberg, o presidente-executivo do Facebook, irá nesta terça-feira (22) ao Parlamento Europeu para esclarecer como a rede social trata os dados de seus usuários e qual é o impacto de seu funcionamento sobre o processo eleitoral entre os 28 países da União Europeia. O presidente do Facebook falará diante dos principais líderes do corpo legislativo do bloco europeu pela primeira vez. Ele encontrará os integrantes do Comitê de Liberdades Civis, Justiça e Assuntos Domésticos, alguns chefes políticos e o presidente da Casa, Antonio Tajani. ?Eu considero muito positivo que o fundador do Facebook tenha aceitado nosso convite para vir em pessoa encontrar os representantes de 500 milhões de europeus. Isso sinaliza respeito pelos legisladores do maior mercado do mundo?, afirmou Tajani. Crise de imagem A maior rede social do mundo passa por um forte escrutínio em relação à forma como lida com dados pessoais desde que foi revelado como a consultoria britânica Cambridge Analytica acessou indevidamente os dados de 87 milhões de usuários. Com essas informações em mãos, a firma, que trabalhava para a campanha de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos em 2016, criou mecanismos para rastrear o posicionamento político dessas pessoas e conseguir mudá-lo. ?A prioridade do Parlamento é assegurar o funcionamento apropriado do mercado digital, com um alto nível de proteção dos dados pessoais, regras efetivas de direitos autorais e proteção do direito dos consumidores. Gigantes da web devem ser responsáveis pelo conteúdo que publicam, incluindo aqueles que descaradamente sejam notícias falsas e conteúdo ilegal?, pontuou Tajanji, em nota. Após o escândalo do acesso indevido de dados vir à tona, a Cambridge Analytica perdeu clientes e foi forçada a pedir falência. Já o Facebook vem enfrentando uma onda de ceticismo sobre como faz valer suas regras de privacidade junto a parceiros que usam a rede para distribuir conteúdo. Em abril, Zuckerberg foi ao Senado e no dia seguinte à Câmara dos Estados Unidos. Os questionamentos dos congressistas norte-americanos giraram em torno de como a rede social garante que seus usuários não tenham informações usadas para manipulá-los "Esse episódio (Cambridge Analytica) claramente nos machucou e evidentemente tornou mais difícil para nós alcançarmos nossa missão social. Nós agora temos muito trabalho para reconstruir a confiança", disse Zuckerberg.

  • 21
    May

    Após 'não' de empresas, Telebras reduziu exigências para achar parceiro em satélite bilionário

    Documentos obtidos pelo G1 mostram que exigência de garantias e divisão de receitas são diferentes em licitação e no contrato assinado; disputa judicial impede uso maior do satélite. Após manter aberto um processo de chamamento público por oito meses e não achar interessados, a Telebras reduziu exigências para achar um parceiro que aceitasse operar o primeiro satélite integralmente controlado pelo Brasil. É o que mostram cópias de documentos obtidos pelo G1 e que estão anexados em um processo judicial que contesta a contratação da norte-americana Viasat para operar o satélite. A Lei das Estatais permite que um contrato seja fechado sem licitação caso o processo "não possa ser repetido sem prejuízo a empresa pública" e "desde que mantidas as condições preestabelecidas?. A mudança nos termos do contrato é motivo de uma briga na Justiça que impede o satélite de distribuir internet em lugares remotos no país. Há um ano no espaço, o equipamento custou R$ 2,78 bilhões, não conectou nem 0,1% dos locais planejados e rende um prejuízo diário de R$ 800 mil a seus donos - uma empresa de capital misto formada pela Telebras e pela americana Viasat. O bloqueio do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) começou em março, quando a empresa amazonense Via Direta contestou na Justiça o contrato entre a Telebras e Viasat. Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), parceria entre Ministério da Defesa e Telebras. Reprodução/YouTube Licitação sem interessados Após nenhuma empresa aceitar as cláusulas do edital aberto no ano passado, a Telebras começou a receber propostas privadas. A Via Direta reclamou de que foi preterida após ter iniciado uma negociação para distribuir parte da capacidade de banda larga do satélite. Sindicatos de empresas do setor também entraram na Justiça, como SindiTelebrasil (telecomunicações) e SindiSat (satélites). Contestaram que algumas exigências mudaram entre o processo público e as tratativas privadas. Algumas condições foram de fato alteradas. É o que mostra uma comparação entre o edital público da Telebras e o contrato firmado com a Viasat. Os termos do contrato eram mantidos em sigilo pelas duas empresas, mas foram submetidos à Justiça no processo que corre em segredo. Tanto o contrato quanto o comparativo foram enviados ao G1 por uma fonte que preferiu se manter anônima após a publicação da reportagem sobre as perdas do satélite, em 5 de maio. A reportagem questionou o Sindisat sobre diferenças entre edital e contrato. O sindicato das empresas de satélite apontou seis diferenças, cinco das quais idênticas às encaminhadas ao G1 de forma reservada. Entre as mudanças estão: Pagamento do valor total do contrato; Origem da receita com operação do satélite; Estabelecimento de garantias; Exigência de utilização de capacidade do satélite. Telebrás: diferentes, mas comparáveis A Telebras argumenta que os dois processos, o chamamento público e o contrato associativo, são "jurídica e economicamente distintos". Os únicos termos que poderiam ser comparados diretamente são fluxo de caixa gerado e valor atual líquido (VPL) gerados nas duas situações. Essas informações, no entanto, foram omitidas do documento do contrato enviado à Justiça. A Telebras diz ainda que receberam cópias na íntegra o Tribunal de Contas da União (TCU), que acompanha as negociatas desde 2013, e o Ministério da Defesa, parceiro no SGDC. ?As condições do contrato associativo que se encontram encobertas são aquelas que devem ser preservadas por envolverem informações comerciais e estratégicas da Telebras, protegidas por sigilo legal?, diz a empresa. A empresa assume que, ainda que sejam "modelos de parametrização distintas", os dois processos guardam aspectos que são comparáveis "em certa medida", como: a dinâmica de atuação das empresas; a lógica de compartilhamento; a forma de pagamento. A Telebras admite também que o acertado com a Viasat foi diferente do que o estabelecido no chamamento público, mas acrescenta que todas as empresas com quem negociou após a fracassada licitação fizeram propostas diferentes da original. Entre as interessadas, afirma, estavam associadas do Sindisat. O sindicato admite que houve negociação entre suas filiadas e a Telebras. As tratativas não deram resultado, diz, porque ?pedidos de esclarecimentos e pedidos específicos de alteração das condições do edital e minuta de contrato? não foram atendidos. O Sindisat nega, no entanto, que foi feita alguma proposta. Imagens do lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) Reprodução O que mudou? Pagamento O edital de chamamento público, encerrado pela Telebras sem interessados em dezembro de 2017, previa que a empresa contratada deveria pagar 15% do valor estipulado. Já no contrato firmado com a Viasat, o estipulado foi que a Telebras é que deveria pagar à contratada. A quantia foi uma das partes que não consta no contrato entregue à Justiça. A Telebras admite que o contrato com a Viasat prevê antecipação. Argumenta, porém, que isso ?melhora o fluxo de caixa da parceria e maximiza os resultados?, o que só ocorre porque permitiria que a Viasat reduzisse o ?valor da contrapartida relativa à manutenção dos pontos instalados para atendimento aos clientes da Telebras?. "O contrato de parceria (...) rentabiliza de forma mais eficiente o SGDC, inclusive com expectativa de receitas superiores ao almejado no chamamento", rebate a Telebras. Receita Outra diferença é que o edital previa que a contratada deveria pagar o valor acertado quer tivesse clientes ou não. Já o contrato firmado com Viasat passou a prever um modelo de compartilhamento de receitas. Assim, o pagamento só seria feito caso a operação gerasse receita. A Telebras assume que há, de fato, distinção nesse ponto, mas a diferença maior é na composição da receita entre um modelo e outro. O chamamento previa que a receita viria da venda da capacidade de banda do satélite para a contratada. No contrato, a Telebras é remunerada por ficar com uma parte do que a Viasat recebe de seus clientes -- a Viasat tem também de instalar a infraestrutura em solo necessária para receber o sinal do satélite. Segundo a Telebras, se o modelo do chamamento fosse mantido, ela não seria beneficiada caso a contratada tirasse o máximo proveito do satélite. Garantia O edital do ano passado exigia ainda que a futura parceira oferecesse uma garantia que correspondesse a 20% do valor total do contrato. Já o contrato com a Viasat não prevê esse pagamento. Exigir garantias foi uma forma, diz a Telebras, de ?reduzir riscos na eventual participação de empresas sem condições de suportar financeiramente o contrato?. Para fechar contrato com a Viasat, as garantias foram retiradas por se tratar de ?uma oportunidade de negócios única e específica, com empresa singular e uma das maiores do mundo?. Utilização da capacidade Outra exigência trazida pelo edital é que obrigava a empresa contratada a usar efetivamente, no mínimo, 25% da capacidade cedida de cada um dos feixes do satélite. E fixava prazo de três anos para isso. Caso não cumprisse, a empresa teria de devolver a capacidade recebida sem ter o valor pago pela utilização do satélite reduzido ou reembolsado. Já no contrato com a Viasat, a Telebras estabeleceu que a norte-americana poderia devolver a capacidade não usada sem sofrer penalidade alguma. A Telebras argumenta que a dinâmica de utilização foi revisada com o intuito de ser melhorada. Contrato A Telebras informa que o contrato com a Viasat respeitou o disposto no artigo 28 da Lei das Estatais, que dispensa concorrência para compras públicas: ?nos casos em que a escolha do parceiro esteja associada a suas características particulares, vinculada a oportunidades de negócio definidas e específicas, justificada a inviabilidade de procedimento competitivo?. A empresa só optou por essa saída após não encontrar interessados no chamamento público. A escolha da companhia norte-americana, justifica, foi feita para aproveitar ?características únicas da Viasat, gerando ganhos de eficiência e sinergias com os objetivos da Telebras?. O caso Sem oferecer banda larga, satélite dá prejuízo de R$ 800 mil reais por dia Ao entrar na Justiça, a Via Direta alegou que o negócio ainda coloca a soberania do Brasil em risco. Como é fruto de uma parceria entre Ministério da Defesa e Telebras, o SGDC é usado de forma compartilhada por militares e civis. Ao Exército cabem 30% da capacidade do equipamento, usadas para conectar suas instalações, como postos da fronteira. A empresa de capital misto fica com o restante, que é usado para fornecer a conexão contratada por diversos órgãos do governo federal. O negócio foi modelado para que a Telebras contratasse uma empresa para instalar a infraestrutura de rede em todo o Brasil. Em contrapartida, ela poderia explorar a capacidade não utilizada para ofertar seus próprios serviços de banda larga. O argumento da Via Direta de que ter uma empresa estrangeira envolvida com um satélite por onde passam comunicações militares fez a ação judicial ir para no Supremo Tribunal Federal (STF). Antes de chegar à mais alta corte brasileira, a disputa já havia resultado na suspensão do contrato entre Telebras e Viasat, determinada pela Justiça do Amazonas e mantida pelo Tribunal Regional da 1ª Região. O que diz a Telebras Após a publicação desta reportagem, a Telebras entrou em contato para reafirmar que a mudança nos termos do contrato forma alvo da ação judicial e que a proposta da Viasat foi escolhida por ser "a mais aderente aos objetivos estratégicos" e a "única que atendeu a todas as pressimas do Conselho de Administração da Telebras". Leia a nota da Telebras: O chamamento público não foi licitação, como já reconheceu o Tribunal de Contas da União e a Justiça Federal, pois teve como fundamento jurídico o Art. 173 da Constituição Federal e o art. 28, parágrafo 3º da Lei das Estatais (13.303/2016). Demonstrada a falta de interesse das empresas no modelo do chamamento e sua inviabilidade de repetição, a Telebras passou a receber propostas de parceria estratégica das mais distintas naturezas, sem qualquer vinculação ao chamamento ou necessidade de se replicar suas condições. A proposta da Viasat para celebração de contrato associativo com a Telebras é a mais aderente aos objetivos estratégicos da Companhia e foi a única que atendeu a todas as premissas do Conselho de Administração da Telebras. A mudança nos termos do contrato não é o foco da ação judicial, como está dito na matéria.

  • 18
    May

    Startup do Vale do Silício usa impressora 3D para fazer bicicleta de fibra de carbono

    Fundada por ex-executivo de Google e Amazon, empresa iniciante recebeu investimento US$ 12,5 milhões para tornar a tecnologia de impressão mais barata. Executivos da Arevo Labs, startup que usa impressora 3D para fazer bicicletas de fibra de carbono: Jim Miller, Wiener Mondesir e Hemant Bheda. Stephen Lam/Reuters Após uma carreira que incluiu ajudar o Google a construir centrais de processamento de dados e a Amazon a entregar encomendas mais rápido aos clientes, Jim Miller está fazendo o que muitos executivos do Vale do Silício fazem depois de passarem por grandes empresas: andar de bicicleta. Mas sua bicicleta é um pouco diferente. A Arevo, startup que conta com a empresa de investimentos da agência de espionagem dos Estados Unidos (CIA), da qual Miller assumiu o comando recentemente, tem produzido o que diz ser a primeira bicicleta de fibra de carbono do mundo que tem o quadro impresso em 3D. A Arevo está usando a bicicleta para demonstrar sua tecnologia de impressão e software de design, que espera usar para produzir peças de bicicletas, aeronaves, veículos espaciais e outras aplicações em que os projetistas precisam de força e leveza da fibra de carbono, mas enfrentam o custo elevado de produção do material. A Arevo levantou nesta quinta-feira (16) US$ 12,5 milhões em financiamento de risco de uma unidade das japonesas Asahi Glass e Sumitomo e da Leslie Ventures. Antes, a empresa tinha levantado US$ 7 milhões da Khosla Ventures, que também participou da rodada desta quinta-feira, e um valor não revelado da In-Q-Tel, empresa de investimentos apoiada pela CIA. Bicicletas de fibra de carbono tradicionais são caras porque o material é produzido à mão por meio da adição intercalada de camadas de fibra e resina. O produto final então é colocado em um forno para derreter a resina e unir as camadas de fibra. Engenheiro da Arevo Labs, startup que usa impressoras 3D para fazer bicicletas de fibra de carbono. Stephen Lam/Reuters A tecnologia da Arevo usa uma cabeça de impressão montada em um braço robótico para produzir o quadro da bicicleta em três dimensões. A cabeça deposita as fibras de carbono nos locais corretos e derrete um material termoplástico para colar as fibras, tudo em uma etapa. O processo quase não envolve participação humana, permitindo que a Arevo produzza quadros de bicicleta por US$ 300, mesmo no caro Vale do Silício. "Estamos em linha com o que custa produzir um quadro na Ásia", disse Miller. "Como o custo de trabalho é muito menor, podemos trazer de volta a produção dos compósitos." Miller afirmou que a Arevo está negociando com vários fabricantes de bicicletas, mas a companhia espera fornecer peças para a indústria aeroespacial. A tecnologia de impressão da Arevo pode ser montada em trilhos para a produção de peças maiores, o que evita a necessidade de grandes fornos para produzi-las pelo processo tradicional. "Podemos imprimir o tamanho que quisermos, de fuselagem a asa de um avião", disse Miller.

  • 18
    May

    Apple paga 1ª parcela da dívida de ? 13 bilhões em disputa sobre impostos na Irlanda

    Depósito foi exigido pela Comissão Europeia, após concluir que a Irlanda concedeu auxílio ilegal À Apple. O vice-presidente senior de marketing global da Apple, Phil Schiller, mostra os fonos do iPhone 8 em evento em Cupertino, na Califórnia, nesta terça-feira (12_ Stephen Lam/Reuters A Apple depositou ? 1,5 bilhão em uma conta de garantia criada pelo governo da Irlanda para receber os ? 13 bilhões referentes a impostos não recolhidos no país, afirmou o ministro das Finanças, Paschal Donohoe, nesta sexta-feira (17). O pagamento dos impostos foi uma exigência da Comissão Europeia, que chegou à conclusão em agosto que 2016 que a Apple recebeu auxílio ilegal da Irlanda. A norte-americana entrou com um recurso. O governo irlandês também está recorrendo da decisão, apesar de ser o destinatário de uma quantia bilionária. Argumenta que o tratamento tributário dado à fabricante do iPhone estava em linha com a sua lei e com as regras europeias. Em outubro do ano passado, a comissão disse que estava levando Dublin à Corte Europeia de Justiça por atrasar a recuperação do dinheiro que deveria já devia ter sido resgatado em janeiro de 2017, quatro meses depois da decisão inicial em agosto de 2016. Desde então, a comissão pressiona a Irlanda para recuperar os impostos assim que possível e poder fechar a ação da Corte de Justiça da UE por não cumprir o prazo. A Irlanda tem insistido que agiu tão rápido quanto poderia para coletar e gerir a quantia. Em março, a Irlanda indicou Amundi, BlackRock InvestmentManagement e Goldman Sachs Asset Management para administrar a conta de garantia que guardará o dinheiro. As instituições financeiras também decidirão quais investimentos de baixo risco fazer para proteger os contribuintes irlandeses.

  • 17
    May

    No 'Campus Academy' 2018, estudantes criam projeto para diminuir desperdício alimentar

    Campus Festival 2018 começou maratona de inovação voltada para estudantes de escolas públicas. Campus Festival 2018: Estudantes de Campina Grande criaram projeto no 'Campus Academy' para diminuir desperdício alimentar Cógenes Lira/G1 O primeiro dia de Campus Festival 2018 em João Pessoa foi marcado pelo Campus Academy, uma maratona de empreendedorismo e inovação voltada para estudantes de escolas técnicas públicas da Paraíba. Em parceria com o Sebrae, os grupos tiveram de desenvolver projetos dentro de um prazo de 12 horas e apresentá-los. Os estudantes Camily Thaís e Robson Linneker, de 16 anos, da Escola Estadual da Prata, em Campina Grande, já tinham uma ideia em mente: um projeto de acessibilidade que visa diminiuir desperdício alimentar. "Nosso grupo já tem, e vai propor, um projeto de acessibilidade, onde a problemática é diminuir o desperdício de alimentos em escolas cidadãs. É um projeto que foi desenvolvido pelo grupo, junto com os professores da Estadual da Prata. Ele vai ser nosso projeto principal e vamos desenvolvê-lo", explicou Robson. Ainda de acordo com o jovem, o Campus Academy é uma porta para milhões de oportunidades. Quem também enxerga essa possibilidade de interação, prática e network é Camily. "É um evento enorme. Uma grande oportunidade de você avançar em várias frentes. Pensar, estudar, criar, fazer projetos. Você pode fazer contatos e abrir sua mente para diversas coisas", contou. Saiba tudo sobre o Campus Festival 2018. Veja a programação completa do Campus Festival. Os projetos do Campus Academy podem se tornar realidade. Porém, com outra forma de procedimento, segundo a coordenadora do Sebrae Humara Medeiros, responsável pela ação educacional no evento. "O Sebrae pode auxiliar, mas colocar no mercado, essa parte é com o seu criador", disse. Humara ressaltou a importância do evento abrir espaço para atividades acadêmicas. "Uma iniciativa pioneira, num evento dessa magnitude. O Sebrae ficou responsável por toda parte de educação do Campus Academy. Teve a maratona de empreendedorismo Sebrae, com oportunidades de vivenciar experiências com foco em empreendedorismo e inovação, prototipar produtos e apresentar os pitches", disse. Para a coordenadora do Sebrae, o empreendedorismo é um caminho para fazer a diferença na comunidade. Humara Medeiros ainda ressaltou a importância da parceria entre Sebrae e Campus Festival. "Através da parceria que realizamos grandes feitos. Para o Sebrae em relação ao processo de educação é de extrema importância, até porque já temos um trabalho com isso nas escolas. Porque acreditamos que é mudando a cultura e a juventude que podemos fazer a diferença. Veio a proposta para estarmos junto com o Campus", analisou. 'Campus Academy' incentiva estudantes a empreendedorismo e inovação no Campus Festival 2018', em João Pessoa Campus Festival 2018/Divulgação

  • 17
    May

    Senado dos EUA vota lei para manter regra de neutralidade da internet

    Projeto segue para Câmara dos Deputados, que não sinalizou apoio; Casa Branca já se manifestou contra iniciativa. Manifestantes protestam contra fim da neutralidade de rede em Washington, capital dos Estados Unidos. Kyle Grillot/Reuters O Senado dos Estados Unidos votou nesta quarta-feira (16) para manter regras de neutralidade da internet, em uma tentativa de reverter a decisão da agência de comunicações do país (FCC, na sigla em inglês). A iniciativa, no entanto, não deve receber aval da Câmara dos Deputados ou da Casa Branca. A votação teve placar de 52 a 47. Contou com apoio acima do esperado de três republicanos : John Kennedy, Lisa Murkowski e Susan Collins. Eles se uniram a 47 senadores democratas e outros dois independentes em um esforço para revogar a decisão do governo de Donald Trump. Os democratas se aproveitaram de lei que permite que o Congresso reverta ações regulatórias por meio de uma maioria simples. Não está, porém, se a Câmara dos Deputados apoiará a decisão aprovada por votação no Senado. A Casa Branca já informou que se opõe à revisão da decisão da FCC sobre a neutralidade de rede -- as normas foram criadas no governo de Barack Obama. As regras de neutralidade de rede foram aprovadas em 2015 para impedir que provedores de banda larga favoreçam alguns tipos de conteúdo em detrimento de outros. Fim da neutralidade de rede nos EUA vai criar efeito cascata mundial, diz órgão regulador americano Líderes de EUA e Europa trocam farpas sobre fim da neutralidade de rede No lugar disso, as normas aprovadas pela FCC em dezembro passado, já sob governo de Trump, afirmam que os provedores de internet devem ser transparentes: caso bloqueiem um conteúdo ou reduzam a velocidade para acessá-lo, devem dizer aos consumidores que estão fazendo isso ou oferecer opções pagas de acesso rápido. A votação desta quarta-feira marcou uma rara e provavelmente simbólica vitória para os democratas na casa controlada pelos republicanos. Ela marca também uma rejeição aos reguladores, que aprovaram a revisão das regras aprovadas no governo Obama. O presidente da FCC, Ajit Pai, disse que a decisão do Senado foi decepcionante, mas mostrou-se "confiante de que o esforço de reinstalar uma regulação da internet com mão pesada do governo vai fracassar". Na semana passada, a FCC postergou para 11 de junho a data em que as regras de neutralidade vão expirar. Um grupo de 22 Estados dos EUA processaram a FCC pela rejeição das normas da era Obama. Neutralidade de rede_V2 Infográfico: Karina Almeida/G1

  • 17
    May

    YouTube anuncia novo serviço de streaming de música, rival do Spotify e Apple Música

    Divulgação está no blog oficial do YouTube. Serviço deve entrar no ar na próxima terça (22), mas ainda não há previsão de chegar ao Brasil. r YouTube Music, streaming musical do YouTube YouTube Official Blog / Reprodução O Google anunciou nesta quinta-feira (17) que o YouTube ganhará uma modalidade de streaming de música. O YouTube Music entra no ar na próxima terça (22) para passar a concorrer no segmento de crescente segmento da música por streaming, em que Spotify e Apple já competem fortemente. O YouTube Music também passará a concorrer com outro serviço de streaming do próprio Google, o Google Play Música. Segundo o Google, nada muda para esse serviço, que continuará a oferecer venda de música digital e a receber canções e listas de execuções subidas pelos usuários. "O YouTube foi feito para vídeo, não apenas para música. Na terça-feira, 22 de maio, mudaremos isso ao apresentar o YouTube Music, um novo serviço de streaming de música feito com a magia do YouTube: tornar o mundo da música mais fácil de explorar e mais personalizado do que nunca", afirmou Elias Roman, gerente de produto do YouTube Music. O YouTube Music poderá ser acessado tanto em smartphones quanto em computadores, mas o foco será a música. O aplicativo terá versão gratuita e Premium, que, a um custo de US$ 10, não tocará anúncios. Essa modadlidade de assinatura é a mesma dos concorrentes. Ainda não há previsão de o serviço chegar ao Brasil, mas, na terça, ele será lançado em quatro países: Estados Unidos; Austrália; Nova Zelândia; México. Nas semanas seguintes, o YouTube Music chegará a 14 países: Áustria; Canadá; Dinamarca; Finlândia; França; Alemanha; Irlanda; Itália; Noruega; Rússia; Espanha; Suíça; Suécia; Reino Unido. Streaming de música As plataformas de streaming de música já são a principal fonte de receita da indústria fonográfica. Só em 2017, a base de usuários cresceu 41,1% e atingiu 176 milhões de pagantes, segundo a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI). O streaming representa 38,4% dos US$ 17,3 bilhões faturados pelas indústria da música no ano passado. O avanço do streaming de música representa um renascimento da indústria da música como fontes sustentável de receitas. No ano passado, essa modalidade de execução sonora fez a receita das gravadoras subir 8,1% em todo o mundo. É o terceiro ano consecutivo de crescimento no setor depois de 15 anos acumulando prejuízos. Ainda que os últimos anos tenham sido de retomada, a indústria da música está longe de se recuperar do baque sofrido com o surgimento da internet e possibilidade dos downloads de canções pirateadas. A IFPI começou a acompanhar de forma sistêmica o setor em 1997. Apesar do avanço, a receita de 2017 representa apenas 68,4% do que foi faturado em 1999, quando mercado atingiu seu pico histórico.

 

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